7 dicas para montar um arranjo de flores para o Natal

arranjo_natalNo dia a dia ou em ocasiões especiais, as flores são mais que itens de decoração. Os arranjos alegram o ambiente e são um sinal do cuidado do anfitrião com os detalhes.

Para este Natal, você já sabe como vai deixar a ceia mais bonita e acolhedora? Dá para apostar em um estilo mais tradicional ou fugir do óbvio, e até usar o que já tem em casa. Veja algumas dicas:

  1. Vermelho e verde, com dourado para complementar, são uma combinação clássica. Você pode montar os arranjos utilizando galhos de ciprestes, folhagens e bico-de-papagaio (ou outras flores vermelhas).
  2. Se a ideia é inovar, use frutas – dá até para consumi-las durante o encontro. Ou escolha flores de outras cores. Estrelítzia, gérbera, antúrio, girassol, flor do campo e rosas em diferentes tons ficam bonitas e dão um ar tropical. Acrescente outros elementos, como folhagens ou suculentas.
  3. Dependendo do arranjo, talvez você precise de alguns materiais para montar, como base umedecida para sustentação, cortador ou canivete. O vaso pode ser de vários tipos: vidro, cerâmica, madeira, lata, etc. Laços, juta e ráfia ajudam a decorar.
  4. Quem prefere uma produção simples, mas charmosa, pode comprar apenas as flores e utilizar objetos que tem em casa, como garrafas, copos, vasilhas, vidros de azeite ou perfume. Também fica bacana usar bolinhas de Natal e outros adereços para enfeitar.
  5. Nada impede que você misture flores naturais com folhagens artificiais. Ouse à vontade.
  6. A escolha das cores pode ir além do visual. Branco transmite paz. Azul e roxo, tranquilidade. Já laranja e amarelo representam energia, enquanto vermelho irradia amor e prosperidade.
  7. Cuidado para o tamanho do arranjo não atrapalhar o contato visual entre as pessoas na mesa. Observe também se o aroma das flores não interfere no paladar da comida.

Gostou das dicas? Use a criatividade e coloque todo o seu carinho na confecção dos arranjos. Seus convidados se sentirão queridos e bem-vindos. Boas festas!

Colaboração: Heloisa Helena Mandolesi Rios, docente do Senac Campinas.

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